
O que se esconde nas mãos do tempo espera-nos ao nascer do dia.
Mas estamos tão nós e tão connosco que não é nosso o que aquece os lamentos. De que valem as palavras distantes para quem em presença nada sente ou pressente?
A água é o ser! A minha água! O meu egoísmo! O meu eu que canta montes e alimenta os vales. É a ela que retorno! À água que passeia longe do saber e do querer.
Os caminhos também são meus. Os meus.
E amanhã serei eu outra vez.
O resto... dores que, a custo, afasto de mim!
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