
Se é verdade que Óbidos tem condições únicas para a realização deste tipo de eventos, não é menos verdade que Montalegre tem mais do que as suficientes para eventos semelhantes, ainda que com uma dimensão adaptada à suas condicionantes físicas e financeiras.
Poderão dizer-me que já se fez, que já se tentou e que... Poderão dizer-me tudo. Dos bons exemplos, neste tipo de actividades como em muitas outras, devem retirar-se ensinamentos que nos ajudem a evoluir. Multiplica-se este tipo de feiras e vemo-las permanentemente a respirar o histórico e o teatral, com uma vertente atractiva impressionante.
Este poderia ser um dos aspectos de dinamização turístico-cultural em que Montalegre deveria apostar, aproveitando o Castelo e a zona envolvente. O discurso das limitações impostas pelo IPPAR parece-me gasto, vistas as realizações que, por esse país fora, se verificam.
O que tentou fazer-se no ano transacto, com a chamada Feira Celta, encostada ao Celtirock, terá sido uma amostra do que, provavelmente, poderá ser um caminho a seguir, de forma mais organizada e mais marcante.
Serão estas realizações atribuições do Pelouro da Cultura? Estará isto relacionado com as áreas da Juventude e do Turismo? Sócio-cultural?
Provavelmente, este tipo de actividades representa menos interesse do que aquele que efectivamente tem. Exige, é certo, alguma mobilização e algum esforço, algum fugir do dolce fare qualquer coisa...
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