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Trânsito proibido


Cometi uma infracção punível por lei... Não respeitei um sinal que interdita o trânsito na nova variante. Mea culpa...
No entanto, efectuado o penoso percurso, concluí o porquê daquele sinal... Não está relacionado com a não conclusão das obras, desenganem-se... Aquele magnífico sinal de trânsito procura, isso sim, limitar o acesso à barbaridade ecológica que naquela encosta se cometeu, que veio juntar-se à magnífica urbanização, não menos asnática mas, com certeza, bem mais rentável...
Abençoados sejam os sinais de trânsito...

Comentários

  1. Anónimo24.8.05

    Bem visto!!!!
    Delapidemos, pois, o patrimómio de todos (pondo em causa o legado às futuras gerações) em prol do aumento significativo do património de alguns energúmenos que, como se diz em Barroso, Matá-los era pouco...

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  2. Anónimo25.8.05

    À falta de ideias escrevem-se artigos deste calibre.
    Abençoada democracia.

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  3. Anónimo25.8.05

    Bom era quando o PSD nos governava, a título de exemplo desde o Valdoso até á actual rotunda dos bois existia um caminho em terra batida, aberto muitos anos antes, e foi preciso o Dr. Pires chegar para o mesmo ser de imediato alcatroado.
    Contra factos...

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  4. Anónimo25.8.05

    ohohohohoh Pedro andas mesmo desesperado, á falta de argumentos para falar mal da Gestão desta Câmara, o que foste inventar!

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  5. Anónimo25.8.05

    Caríssimos, não é meu intuito abordar aqui aspectos políticos, mas apenas chamar a atenção para questões que, em meu entender, se mostram demasiado negativas... Caso quisesse fazer ataques pessoais, fá-lo-ia em anonimato, como acontece com muitos outros... Acerca da gestão autárquica que se encontra em funções, muito posso dizer a favor, até porque muito fizeram pelo concelho... Apesar disso, não me peçam para compactuar com aquilo que considero uma má gestão de recursos e um delapidar de património natural irrecuperável... Com todo o respeito por todos os participantes, limitem-se a uma análise concreta dos factos e dispam as vestes de uma política vetusta que, de política, tem apenas o nome... Sou apartidário o que me dá o poder de falar dos factos de forma pessoalmente desinteressada, o que nem toda a gente o poderá fazer... E acerca do meu desespero e do calibre do que foi por mim escrito, os anónimos que me mostrem argumentos que neguem o fundamento do que foi escrito.

    Não é meu costume responder a comentários, faço-o unicamente para mostrar a inoquidade de que estão eivados e para procurar ideias que realmente valham a minha atenção... Sejam justos e comentem as temáticas com imparcialidade. Abraço.

    Pedro Silva

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  6. Anónimo26.8.05

    Meus caros:

    Sem querer entrar em guerras (ainda por cima com quem não conheço), devo dizer-vos que após ler os comentários aqui expostos, só encontrei argumentos (o fundamento de qualquer discussão) na resposta do autor do Post (Pedro). De resto, foram todos demasiados sensaborosos e obtusos, excepção feita ao Kiko, que apresentou, de facto, alguns argumentos. Poderão ser válidos ou não (a questão do desenvolvimento é mais complicada do que queres fazer ver, amigo Kiko), mas pelo menos apresentou algo de concreto.
    Já agora, e só para terminar, vocês já algum dia ouviram falar de "desenvolvimento sustentável". Seria bom ter alguma noção do que se fala quando nos pronunciamos sobre algum assunto.
    Argumentos rebatem-se com argumentos, e não com palavras fáceis, ideias feitas e politiquices de merda...

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  7. Anónimo26.8.05

    Qualquer terra não deve virar costas ao desenvolvimento. No entanto este deve ser feito de um modo ordenado, ou não se pode chamar desenvolvimento! A variante deveria ter sido feita noutro local, pois foi destruir um dos ícones do Barroso - A Natureza! Não me parece nada razoável que se ande por ai a fazer propaganda "Montalegre, uma ideia da Natureza" e depois se destrua o que ela tem de melhor.

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  8. Anónimo26.8.05

    A variante foi ponderada por várias vezes, outras alternativas estiveram em cima da mesa, e posso assegurar-vos, (conheço o dossier razoavelmente bem) que esta era a melhor opção.
    Foi muito dicutida outra opção que passava um pouco á frente do taçado actual, mas era um traçado mais longo, iria obrigar ao abate de mais carvalhos, as indemnizações aos proprietários dos terrenos muito superior, muito dificilmente a rotunda da corujeira podia ser onde está a ser levada a efeito...

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  9. Anónimo27.8.05

    Quando não se concorda, é de bom tom, apresentar alternativas. Não é suficiente dizer que se dá cabo de isto ou de aquilo. Quem não tem responsabilidades ......
    É mais facil DIZER MAL.
    Antes de criticar, mesmo que seja de um modo mais "soft", é necessário analisar os motivos pelos quais a variante foi construida. Não é dificil de o fazer. Será que é melhor termos a Vila a ser constantemente invadida por camiões de dia e de noite?
    Será que a população não sofre com isso? É necessário haver mais mortes?
    Ainda me lembro do que erá a rua da Portela antes de existir a marginal do rio Cávado. Quantos acidentes e sobressaltos existiam nesse troço? Certamente que agora é mais seguro andar nessa rua.
    O mesmo vai acontecer à Vila quando a variante estiver concluída.
    O Grande "pulmão" de Montalegre, continua intacto. A "Mata do Avelar" continua com a sua beleza inalterada, sempre à espera de visitantes.
    Não quero que o concelho de Montalegre fique parado por causa de radicalismos.
    O desenvolvimentos sustentável, é a quele que é pensado e executado sem por em causa a subsistências das gerações vindouras.
    Estou certo que o futuro dos nossos filhos, dos nosso netos, dos ..... não estará em perigo com a construção da variante, muito pelo contrario.

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  10. Anónimo29.8.05

    Quanto a responsabilidades, as minhas são as de todos os munícipes... Acerca de ser fácil dizer mal, quanto a mim, não se trata de uma questão tão simples. Deve dar-se opinião sobre aquilo que se considera ser disso objecto. E a minha opinião ficou expressa e assinada. Mas não me fico por aqui, uma vez que se torna necessário dizer algo mais.

    O argumento de que não queremos camiões a percorrer a vila, cai por terra logo à partida... Por que razão foi a variante projectada para atravessar uma zona urbanizável (ainda que esta zona seja outro erro...)? Deixam os camiões de passar na vila com esta variante? E nem volto ao argumento ecológico...

    Radicalismos?? A água, que sabe a tudo menos a água, ter-lhe-á provocado alguns efeitos indesejáveis, nomeadamente em termos de bom senso e de contra-argumentação válida...

    Alternativa... Não me pronunciei ainda acerca da alternativa que considero que seria a mais aceitável, uma vez que esperava que alguém apresentasse algo...
    Na minha opinião, o percurso, que os camiões estão ainda a realizar, é aceitável até ao Valdoso e, neste local, poderia rasgar-se a tal variante em direcção à zona industrial (de forma mais fácil e, com toda a certeza, com danos ecológicos bem menores... mas com menos interesses imobiliários também, é certo... Peço desculpa...) e à estrada que leva à fronteira... Será esta uma alternativa melhor?? Digam-me os entendidos nestas matérias...

    Afinal, eu sou apenas um radical que se limita a dizer mal e que não quer o desenvolvimento...

    Um abraço.
    Pedro Silva

    ResponderEliminar
  11. Caro Kiko, antes de mais quero agradecer a tua participação nas "discussões" do blog, independentemente se a tua opinião é "alinhada" ou "desalinhada" com os posts aqui colocados. Os próprios autores têm visões e opiniões diferentes sobre vários assuntos, não "afinando" todos pelo mesmo diapasão. Pretende-se uma participação plural, democrática e aberta, e por isso os comentários estão abertos a quem queira manifestar a sua opinião. Estes são da reesponsabilidade dos autores, independentemente se os colocam com identificação ou anónimos, declinando os autores qualquer responsabilidade sobre os mesmos e reservando a si o direito de os removerem, caso os considerem lesivos ou atentatórios ao respeito e ao bom nome de quem quer que seja.

    Gostaria de ver uma democracia mais participada e participativa, onde o "Zé", o "Manel" e o "João", isto é, o povo, todos sentissem que poderiam dar um pouco de si, para a construção do futuro desta terra. Todavia, sem ilusões, reconheço que, por enquanto, ainda não é possivel à grande maioria do nosso povo participar, tanto nestas, como noutras discussões similares, nomeadamente neste meio de comunicação globalizante, como é a Internet.

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  12. Anónimo4.10.05

    Voltando à questão da variante... e tendo em consideração o argumento já antedito acerca do desenvolvimento sustentável:
    - e porque não a estruturação do território com base numa visão estratégica? Eu digo, isso de estratégicas é algo que não compensa, pois leva muito tempo (e trabalho) a concretizar, tornando inviável a recolha de proveitos políticos ou outros a curto prazo...

    Uma verdadeira variante, que promovesse a mobilidade, o desenvolvimento sadio, a sustentabilidade do território e a preservação quer dos valores patrimoniais biogeofísicos e de urbanidade da vila de Montalegre, não poderia nunca desenvolver-se no trajecto actual. Argumentos contra:

    - o pendor dos traineis;
    - os imensamente baixos valores de radiação solar(principalmente no Inverno, quando faz falta);
    - o enterramento/entubamento de linhas de água;
    - a contaminação de lençóis freáticos;
    - a destruição da paisagem (algo já contemplado em Directiva da UE, mas que pelos vistos ainda não passou por aqui...);
    - os movimentos de terra num ecossistema cuja resiliência certamente ficará para sempre comprometida;
    - o seccionamento de um território cuja apetência e concreto funcionamento como corredor natural ficará irremediavelmente perdido;
    - etc.

    Argumentos a favor:
    - o desvio do trânsito de veículos pesados do centro da vila.

    Faça você mesmo a pesagem argumentativa...

    Agora a ideia (estapafúrdia, naturalmente, como outras que foram surgindo ao longo da História e foram negando dogmas vigentes como o geocentrismo...):

    - porque não fazer uma verdadeira variante que ligasse efectivamente a EN 103 desde S. Vicente da Chã até à Veiga de Montalegre (com a ligação directa à Estrada da Fronteira e à Zona Industrial), cujo trajecto passaria naturalmente na envolvente ao talvegue de união Medeiros/S. Vicente - Peirezes/Codeçoso.
    Estapafúrdia, esta ideia... não é?
    Se houver alguém interessado em desenvolvê-la, vá dizendo qualquer coisa aqui neste Blogue, colocando dúvidas (ou certezas), já que a argumentação sobre as vantagens de tal traçado tornaria este comentário muito mais longo do que já está.

    Até à próxima.

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