
Cometi uma infracção punível por lei... Não respeitei um sinal que interdita o trânsito na nova variante. Mea culpa...
No entanto, efectuado o penoso percurso, concluí o porquê daquele sinal... Não está relacionado com a não conclusão das obras, desenganem-se... Aquele magnífico sinal de trânsito procura, isso sim, limitar o acesso à barbaridade ecológica que naquela encosta se cometeu, que veio juntar-se à magnífica urbanização, não menos asnática mas, com certeza, bem mais rentável...
Abençoados sejam os sinais de trânsito...
No entanto, efectuado o penoso percurso, concluí o porquê daquele sinal... Não está relacionado com a não conclusão das obras, desenganem-se... Aquele magnífico sinal de trânsito procura, isso sim, limitar o acesso à barbaridade ecológica que naquela encosta se cometeu, que veio juntar-se à magnífica urbanização, não menos asnática mas, com certeza, bem mais rentável...
Abençoados sejam os sinais de trânsito...
Bem visto!!!!
ResponderEliminarDelapidemos, pois, o patrimómio de todos (pondo em causa o legado às futuras gerações) em prol do aumento significativo do património de alguns energúmenos que, como se diz em Barroso, Matá-los era pouco...
À falta de ideias escrevem-se artigos deste calibre.
ResponderEliminarAbençoada democracia.
Bom era quando o PSD nos governava, a título de exemplo desde o Valdoso até á actual rotunda dos bois existia um caminho em terra batida, aberto muitos anos antes, e foi preciso o Dr. Pires chegar para o mesmo ser de imediato alcatroado.
ResponderEliminarContra factos...
ohohohohoh Pedro andas mesmo desesperado, á falta de argumentos para falar mal da Gestão desta Câmara, o que foste inventar!
ResponderEliminarCaríssimos, não é meu intuito abordar aqui aspectos políticos, mas apenas chamar a atenção para questões que, em meu entender, se mostram demasiado negativas... Caso quisesse fazer ataques pessoais, fá-lo-ia em anonimato, como acontece com muitos outros... Acerca da gestão autárquica que se encontra em funções, muito posso dizer a favor, até porque muito fizeram pelo concelho... Apesar disso, não me peçam para compactuar com aquilo que considero uma má gestão de recursos e um delapidar de património natural irrecuperável... Com todo o respeito por todos os participantes, limitem-se a uma análise concreta dos factos e dispam as vestes de uma política vetusta que, de política, tem apenas o nome... Sou apartidário o que me dá o poder de falar dos factos de forma pessoalmente desinteressada, o que nem toda a gente o poderá fazer... E acerca do meu desespero e do calibre do que foi por mim escrito, os anónimos que me mostrem argumentos que neguem o fundamento do que foi escrito.
ResponderEliminarNão é meu costume responder a comentários, faço-o unicamente para mostrar a inoquidade de que estão eivados e para procurar ideias que realmente valham a minha atenção... Sejam justos e comentem as temáticas com imparcialidade. Abraço.
Pedro Silva
Meus caros:
ResponderEliminarSem querer entrar em guerras (ainda por cima com quem não conheço), devo dizer-vos que após ler os comentários aqui expostos, só encontrei argumentos (o fundamento de qualquer discussão) na resposta do autor do Post (Pedro). De resto, foram todos demasiados sensaborosos e obtusos, excepção feita ao Kiko, que apresentou, de facto, alguns argumentos. Poderão ser válidos ou não (a questão do desenvolvimento é mais complicada do que queres fazer ver, amigo Kiko), mas pelo menos apresentou algo de concreto.
Já agora, e só para terminar, vocês já algum dia ouviram falar de "desenvolvimento sustentável". Seria bom ter alguma noção do que se fala quando nos pronunciamos sobre algum assunto.
Argumentos rebatem-se com argumentos, e não com palavras fáceis, ideias feitas e politiquices de merda...
Qualquer terra não deve virar costas ao desenvolvimento. No entanto este deve ser feito de um modo ordenado, ou não se pode chamar desenvolvimento! A variante deveria ter sido feita noutro local, pois foi destruir um dos ícones do Barroso - A Natureza! Não me parece nada razoável que se ande por ai a fazer propaganda "Montalegre, uma ideia da Natureza" e depois se destrua o que ela tem de melhor.
ResponderEliminarA variante foi ponderada por várias vezes, outras alternativas estiveram em cima da mesa, e posso assegurar-vos, (conheço o dossier razoavelmente bem) que esta era a melhor opção.
ResponderEliminarFoi muito dicutida outra opção que passava um pouco á frente do taçado actual, mas era um traçado mais longo, iria obrigar ao abate de mais carvalhos, as indemnizações aos proprietários dos terrenos muito superior, muito dificilmente a rotunda da corujeira podia ser onde está a ser levada a efeito...
Quando não se concorda, é de bom tom, apresentar alternativas. Não é suficiente dizer que se dá cabo de isto ou de aquilo. Quem não tem responsabilidades ......
ResponderEliminarÉ mais facil DIZER MAL.
Antes de criticar, mesmo que seja de um modo mais "soft", é necessário analisar os motivos pelos quais a variante foi construida. Não é dificil de o fazer. Será que é melhor termos a Vila a ser constantemente invadida por camiões de dia e de noite?
Será que a população não sofre com isso? É necessário haver mais mortes?
Ainda me lembro do que erá a rua da Portela antes de existir a marginal do rio Cávado. Quantos acidentes e sobressaltos existiam nesse troço? Certamente que agora é mais seguro andar nessa rua.
O mesmo vai acontecer à Vila quando a variante estiver concluída.
O Grande "pulmão" de Montalegre, continua intacto. A "Mata do Avelar" continua com a sua beleza inalterada, sempre à espera de visitantes.
Não quero que o concelho de Montalegre fique parado por causa de radicalismos.
O desenvolvimentos sustentável, é a quele que é pensado e executado sem por em causa a subsistências das gerações vindouras.
Estou certo que o futuro dos nossos filhos, dos nosso netos, dos ..... não estará em perigo com a construção da variante, muito pelo contrario.
Quanto a responsabilidades, as minhas são as de todos os munícipes... Acerca de ser fácil dizer mal, quanto a mim, não se trata de uma questão tão simples. Deve dar-se opinião sobre aquilo que se considera ser disso objecto. E a minha opinião ficou expressa e assinada. Mas não me fico por aqui, uma vez que se torna necessário dizer algo mais.
ResponderEliminarO argumento de que não queremos camiões a percorrer a vila, cai por terra logo à partida... Por que razão foi a variante projectada para atravessar uma zona urbanizável (ainda que esta zona seja outro erro...)? Deixam os camiões de passar na vila com esta variante? E nem volto ao argumento ecológico...
Radicalismos?? A água, que sabe a tudo menos a água, ter-lhe-á provocado alguns efeitos indesejáveis, nomeadamente em termos de bom senso e de contra-argumentação válida...
Alternativa... Não me pronunciei ainda acerca da alternativa que considero que seria a mais aceitável, uma vez que esperava que alguém apresentasse algo...
Na minha opinião, o percurso, que os camiões estão ainda a realizar, é aceitável até ao Valdoso e, neste local, poderia rasgar-se a tal variante em direcção à zona industrial (de forma mais fácil e, com toda a certeza, com danos ecológicos bem menores... mas com menos interesses imobiliários também, é certo... Peço desculpa...) e à estrada que leva à fronteira... Será esta uma alternativa melhor?? Digam-me os entendidos nestas matérias...
Afinal, eu sou apenas um radical que se limita a dizer mal e que não quer o desenvolvimento...
Um abraço.
Pedro Silva
Caro Kiko, antes de mais quero agradecer a tua participação nas "discussões" do blog, independentemente se a tua opinião é "alinhada" ou "desalinhada" com os posts aqui colocados. Os próprios autores têm visões e opiniões diferentes sobre vários assuntos, não "afinando" todos pelo mesmo diapasão. Pretende-se uma participação plural, democrática e aberta, e por isso os comentários estão abertos a quem queira manifestar a sua opinião. Estes são da reesponsabilidade dos autores, independentemente se os colocam com identificação ou anónimos, declinando os autores qualquer responsabilidade sobre os mesmos e reservando a si o direito de os removerem, caso os considerem lesivos ou atentatórios ao respeito e ao bom nome de quem quer que seja.
ResponderEliminarGostaria de ver uma democracia mais participada e participativa, onde o "Zé", o "Manel" e o "João", isto é, o povo, todos sentissem que poderiam dar um pouco de si, para a construção do futuro desta terra. Todavia, sem ilusões, reconheço que, por enquanto, ainda não é possivel à grande maioria do nosso povo participar, tanto nestas, como noutras discussões similares, nomeadamente neste meio de comunicação globalizante, como é a Internet.
Voltando à questão da variante... e tendo em consideração o argumento já antedito acerca do desenvolvimento sustentável:
ResponderEliminar- e porque não a estruturação do território com base numa visão estratégica? Eu digo, isso de estratégicas é algo que não compensa, pois leva muito tempo (e trabalho) a concretizar, tornando inviável a recolha de proveitos políticos ou outros a curto prazo...
Uma verdadeira variante, que promovesse a mobilidade, o desenvolvimento sadio, a sustentabilidade do território e a preservação quer dos valores patrimoniais biogeofísicos e de urbanidade da vila de Montalegre, não poderia nunca desenvolver-se no trajecto actual. Argumentos contra:
- o pendor dos traineis;
- os imensamente baixos valores de radiação solar(principalmente no Inverno, quando faz falta);
- o enterramento/entubamento de linhas de água;
- a contaminação de lençóis freáticos;
- a destruição da paisagem (algo já contemplado em Directiva da UE, mas que pelos vistos ainda não passou por aqui...);
- os movimentos de terra num ecossistema cuja resiliência certamente ficará para sempre comprometida;
- o seccionamento de um território cuja apetência e concreto funcionamento como corredor natural ficará irremediavelmente perdido;
- etc.
Argumentos a favor:
- o desvio do trânsito de veículos pesados do centro da vila.
Faça você mesmo a pesagem argumentativa...
Agora a ideia (estapafúrdia, naturalmente, como outras que foram surgindo ao longo da História e foram negando dogmas vigentes como o geocentrismo...):
- porque não fazer uma verdadeira variante que ligasse efectivamente a EN 103 desde S. Vicente da Chã até à Veiga de Montalegre (com a ligação directa à Estrada da Fronteira e à Zona Industrial), cujo trajecto passaria naturalmente na envolvente ao talvegue de união Medeiros/S. Vicente - Peirezes/Codeçoso.
Estapafúrdia, esta ideia... não é?
Se houver alguém interessado em desenvolvê-la, vá dizendo qualquer coisa aqui neste Blogue, colocando dúvidas (ou certezas), já que a argumentação sobre as vantagens de tal traçado tornaria este comentário muito mais longo do que já está.
Até à próxima.