Começaria pela designação... Pelo que se nos apresentou, os lugares apelidados de tasquinhas pouco ou nada tinham disso, a não ser a saudável confusão, algum descuido do serviço, inevitável com tanta gente, e os produtos... Quanto à apresentação, estas "luxuosas tasquinhas", como já alguém referiu, na verdade não o eram, pela sua modernidade. Dir-me-ão que, como instalações novas, não poderia esperar-se outra coisa, que com o tempo as coisas ficarão menos modernas... É certo, mas esperava outra coisa. Não sei bem o quê, mas outra coisa... Não teria sido difícil atribuir a estes locais um ambiente algo mais rústico, fazendo apelo à rusticidade do evento e da região. E não ficariam descontextualizadas no conjunto da obra, porque contribuiriam, com toda a certeza, com algo que parece faltar-lhe. O afastamento, que mantêm, pareceu-me também algo menos positivo, apesar dos utílimos espaços para enormes fogueiras... Há uma dispersão das pessoas e perde-se o ambiente que se vivia e...
Caro "Para ser visto",
ResponderEliminarObviamente, a intenção do post é hiperbolizar uma situação... Há questões que podem ser levantadas em relação a dispêndios, que poderão, de alguma forma, hipotecar a saúde financeira, se é que ela existe, das instituituições...
Saudações.
Instituições, claro está...
ResponderEliminarEste comentário foi removido por um gestor do blogue.
ResponderEliminarAo que parece, há quem consiga ver uma pestana no olho do vizinho, mas não se apercebe da trave que tem à sua frente. Não entende, porém, que a pestana foi lá colocada propositadamente, de forma a demonstrar a sua cegueira.
ResponderEliminarO presidente tem uma carinha de hipoteca......
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