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Não lamento

Não lamento a máscara, que não ponho, nas linhas mais ou menos sinceras que vou escrevendo. Não lamento porque isto é também integrante das verdades que vamos aprendendo. E tenho aprendido muitas verdades acerca do que pensei não o ser. Sem efectivamente as procurar, descubro-as em ditas personalidades dúbias que vagueiam pela existência, qual sombra agitada por um sopro a quem já deve os passos.
Se tão pesadas as palavras, por que razão não nos livramos delas? Que motivos nos podem empurrar para delas fazermos pedras? As feridas que abrem, de moídas, permanecem abertas até ao limite. Não curam e procuram abrir-se ainda mais, numa qualquer concretização.
As palavras...
No limiar das palavras está a intenção primeira e última que, conscientemente ou não, elas carregam. No seu uso está o rosto que o espelho nos não devolve. Esquecemo-nos disso quando as usamos, mesmo quando encobertas por uma qualquer artimanha ilusória. E mostramos todos os nossos rostos, inclusivamente os que não nos conheciam.
Independentemente da nossa vontade, apenas pensamos através da linguagem. Organizamos a mente através dela e pensamos linguagem. Nem nos apercebemos que, se não usássemos um determinado conjunto de símbolos convencionados, associados à realidade referente, não tínhamos pensamento.
Começo, todavia, a chegar a outras conclusões. O uso de linguagem verbal, e falemos agora desta tipologia de linguagem, não implica necessariamente pensamento.
Vejamos um caso recente, um comentário, extraordinário exemplar, de como a linguagem pode ser utilizada de forma ridícula e desprovida de senso. Trata-se de um texto publicado, se ainda não foi apagado - com certeza não será porque torna o sítio atractivo - acerca de mim, Pedro Silva, porque visado, respondi ao autor:
Mais uma vez o ilustre se insurge contra quem não deve.
Sabes porquê Pedro Silva? Se calhar porque os autores deste BLOG te deram importância a mais, mas muito a mais do que tu merecias.
Quem te julgas tu?
Eu conheço-te desde que usavas fralda, depois crescete andaste pelo seminário, desistis-te de ser padre, casaste, desapareceste de Montalegre, a mulher deixou-te e agora voltaste a aparecer, para mim quase irreconhecivel com tal tamanho de cabelo, isso é a tua vida nada a comentar é contigo, ninguém tem nada a ver, certo?
Outra coisa é tu ARMADO (porque não passa disso) em pessoa muito culta , muito educada, muito inteligente a tentares colocar alguém num patamar abaixo do teu.
Quem te julgas afinal?
O ESTROKFM não precisa de advogado de defesa, mas como tenho sido eu o autor de alguns ataques que te têm pisado os calos e ele está a pagar por isso quero dizer-te o seguinte:
1.Não é nenhum Pedro Silva qualquer que chama Burro a alguem que só conhece de conversas de café, como ele te disse és sim um grande mal educado.
2.se as garantias dele não te servem de nada azar teu, na minha opinião nem sequer tinha que tas dar.
3.tem sim muitas razões para se sentir feliz, porque a maioria das pessoas que vizitam este BlOG tem opinião positiva excepto a tua e do teu colega de BLOG.
4. A dinamização só não é positiva para ti! Azar ...5. o anónimo das 5,27 era eu, e merda serás tu, se calhar já comeste muita pelos becos por onde andaste.
Não são aspectos fisicos que dão inteligência a ninguem percebeste?
Não te julgues muito sábio, porque qualquer um sabe ir a livros de grandes inteligências e copiar pequenos textos, mas poucos conseguem ter a imaginação do ESTROKFM e fazer POSTs de autoria própria , não faz como tu que sempre que te sai algo da cabeça é só para diminuires alguém, são programas politicos e tudo o resto que foste criticando.
O grande autor dos teus ataques pessoais e não pessoais tenho sido eu , mas só o fiz sempre em resposta às babuseiras que foste aqui escrevendo, porque és alguém que me incomoda profundamente, estás sempre acima de tudo e todos (na tua opinião claro), nunca te fui incomodar no teu BLOG tu é que vens aqui procurar confusão
Num BLOG que eu gosto vizito e comento, és tu que não gostas disto, desaparece mas de vez por favor.
Se voltares cá estarei á tua espera sempre como anónimo por muito que isso te incomode mas felizmente tu só mandas nas tuas opções , a minha é ser anónimo.
E quando quizeres falar dealguém vê-te ao espelho 1º e a seguir lava a boca.
E lembra-te que sou eu quem te ataca, manda o teu amiguinho sábio dos computadores descobrir quem sou, ou ele só tem acesso a computadores estatais?
Como andais enganados !!!.....
Novembro 14, 2005 8:04 PM
Quem visita habitualmente estes blogs de Barroso, sabe perfeitamente donde este exemplar foi retirado.
Analisando:
O autor conhece-me quase tão bem como eu: sabe que usei fraldas, que cresci, que andei no seminário, que saí do seminário, que me casei, que me divorciei - porque a minha mulher me deixou... (Que triste que eu estou!!!) e que comecei a aparecer mais por Montalegre, depois disto, com o cabelo grande... Mas, afinal, isto é a minha vida e não interessa a ninguém, como refere. Pois...
De seguida, sou apelidado de andar "armado" em pessoa muito culta , muito educada, muito inteligente a tentar colocar alguém num patamar abaixo do meu... Poderei perguntar porquê? Bem, que não escrevo tão mal, que sou mais culto, pelo menos pelo que aparenta, mais educado e minimamente inteligente, não tenho dúvidas. Os parágrafos seguintes não carecem de análise...
Retomo quando o autor refere que não são aspectos fisicos que dão inteligência a ninguem. Aí está algo que eu nunca tinha percebido... E afinal não sou muito sábio - grande novidade - porque qualquer um sabe ir a livros de grandes inteligências e copiar pequenos textos... Neste aspecto já tenho dúvidas... A verdade, considera, é que sempre que me sai algo da cabeça é só para diminuir alguém... Certo... Entra, depois, em aspectos de identidades e afins, com mais uns insultos... Banalidades.
O uso de linguagem verbal não implica necessariamente pensamento...
Assim concluo porque tenho de reconhecer casos clínicos de uso de linguagem relativamente inteligível, mas perfeitamente desprovida de senso, pelo conteúdo que apresenta e pela forma como o apresenta. Surgem as associações sonoras, reconhecem-se as chamadas palavras, aqui e ali até frases. O que interessa verdadeiramente é procurar "atacar", despropositadamente, alguém. Convinha era fazê-lo com argumentos, para que as coisas se percebessem, num conjunto linguístico, semanticamente coerente.
Atrever-me-ia a dizer que dá a natureza a competência do uso da palavra a quem não consegue pensar. Porque, se pensasse, dar-lhe-ia utilidade.
Acerca disto, o leitores tirem as suas conclusões. Eu já cheguei às minhas... acerca do autor.

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